Professor dos EUA: em 20 anos, fazer sexo não será mais significativo

Professor dos EUA: em 20 anos, fazer sexo não será mais significativo

Professor de renome é certo: o sexo será supérfluo em 20 anos
Em cerca de 20 anos, não será mais necessário fazer sexo para ter filhos. É isso que Henry Greely, professor da Universidade de Stanford, assume. O renomado cientista até acha que o processo natural da concepção poderia ser estigmatizado.

Reprodução sem sexo
Os casais que - apesar do desejo - ainda não tiveram a chance de ter filhos são frequentemente aconselhados por especialistas a fazer sexo após o tempo; isso pode fazer verdadeiros milagres. Segundo um cientista renomado, a relação sexual não será mais necessária para a reprodução. Henry Greely, professor da Universidade de Stanford (EUA), acredita que, devido aos avanços na medicina reprodutiva, em 20 anos será possível que o sexo se torne redundante para a reprodução humana. Ele pode até imaginar que o processo natural da concepção possa ser estigmatizado.

O sexo é frequentemente referido como a coisa mais bonita do mundo. Um professor de renome afirma que as relações sexuais não serão mais necessárias no futuro para ter filhos. (Imagem: Andrey Kiselev / fotolia.com)

Um pedaço de pele e esperma são suficientes
O professor Greely publicou suas teses, entre outros, no livro "O fim do sexo e o futuro da reprodução humana" ("O fim do sexo e o futuro da reprodução humana"). Ele se refere principalmente a "ter filhos". Ele disse ao jornal The Times na Grã-Bretanha: "Em 20 a 40 anos, se um casal quiser um bebê, o homem fornecerá o esperma e a mulher dará um pedaço de sua pele". Segundo o especialista, a fêmea pode As células-tronco da pele são produzidas e, assim, a vida é criada sem contato sexual entre homens e mulheres. Greely disse ao jornal que o processo natural da concepção poderia ser estigmatizado no futuro.

Embriões podem ser selecionados
As teses do professor vão ainda mais longe. Ele previu que os embriões poderiam ser testados e selecionados por características e doenças hereditárias. "Os futuros pais são informados:" Esses cinco têm doenças realmente graves, não os querem ", explicou Greely no jornal. "Com os outros 95, eles serão informados sobre as vantagens e desvantagens." Depois de pesar, os pais selecionaram um embrião a ser implantado na mulher. "Os pais receberão os embriões agrupados por categoria", afirmou o professor. Informações sobre a cor dos cabelos e dos olhos ou mesmo sobre o comportamento podem ser lidas nos embriões produzidos em laboratório. Mesmo que a idéia dos chamados bebês ou crianças projetadas "na prancheta" seja chocante para a maioria das pessoas: enormes avanços científicos já foram alcançados nessa área de reprodução. Outros desenvolvimentos certamente chegarão em 20 anos. (de Anúncios)

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